A lembrança é estreita, me aperto
Expremido amarelo, me expresso
Caldo desgostoso, peito aberto
Comida de rato de esgoto certo
Sardinha no piano, martelo
Idéias em ondas, andante
Respiração sinédoque, braqueante
Guelreado e impróprio à ATP
Ânsia daquilo no vacúolo
Volta o cão arrependido pelo mar
Expremido pelo medo, apertado pelo receio
De não ser desenho animado: “-Continue a nadar”
Esqueço, esqueça. Diástole e Sístole
Juntos na pausa pintando descanso
Som a cada vez que tem que soar
Pausa a cada vez que tem que respirar
Caixa de teclas. Tecmus, musisax
Saída pela tangente, tanta gente quânta
Quanta gente tantã: metralhadora de vendas
Som a cada vez que LEMBRANÇARDINHÃNSIADAQUILODOCÃO
Somos pausa cada vez que devemos soar
Somos som quando não conseguimos mais respirar
Réquiem para contemplação
Restos de um mundo sem Sol
Iscas de anzol ao fim de tudo
E nenhum Da cappo nos rearranjará.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
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