Você cuida pra que o descuido
Dos que te cercam
Pareça te machucar.
Você acha que de costas
Me dá todas as respostas
Pra não mais te acusar.
Aparente carência, se jogando à margem
Declarando miragens, olhares sangrando
Aparência por horas e horas: embriaguez,
pintando instinto de sobrevivência.
Descarta todos que o fazem ser,
O contrário daquilo que cuidou parecer.
Pra que a imagem não perca ser véu
Se faz com lágrimas que exalam absinto.
Brancura fingida, toma vinho por céu.
Se vê condenada vítima, vítima!
Todo aquele rubor que nunca foi seu
Se encontra aparentemente extinto.
quarta-feira, 13 de junho de 2007
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