Algumas vezes, deparamo-nos com junção de vidas e confronto de valores que ponderamos, a fim de termos que encontrar o que se deve enquanto humanos: a convivência. Amar a vida não basta. Há de se olhar cada ação, cada coração, pois não vivemos sós, e os “nós” que emendam a vivênvia humana de cada dia são dados por todos que passam, mesmo por passar, por vós (por nós). Peço ao dia que se deite e ceda o lugar à escuridão da noite que lembra: raiva, dor, incompreensão..., inspiração, calma, paz..., a beleza que é a complexidade humana. Somos seres humanos, seres falíveis. E, por mais que possamos pensar em não fazer mal algum, somos um mundo de possibilidades. E, por mais que queiramos o mundo mudar, não há o que se fazer por alguém, além de nós mesmos, para resolver viver, embora não precisemos desatar sequer um nó.
(texto publicado no Editorial do 10° Demo Cognítio, ano 2002)
(texto publicado no Editorial do 10° Demo Cognítio, ano 2002)

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