Nas brandas quinas de dentro
há! há! há!
de lado, ao lado, são tás e buns
Cubículo.
Nas envenenadas quinas de fora
há sem é!
De lado a lado foram tás e buns
Retângulo.
No mundo cubo, dentro e fora
o que é não mais tem quinas.
Os lados se consomem e se fecundam
há! e há sem é! permutam dores.
Não há por todo sempre ecos,
seremos dia, diluídos em ar viscoso.
Não mais seda,
não mais tátil,
sinuosidade e transparência
em classificação de língua,
sede.
quarta-feira, 13 de junho de 2007
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